Curso: Aquarela, guache e técnicas de desenho

Com Marcelo Albuquerque

 

O objetivo do curso é promover o estudo e prática da aquarela, guache e técnicas de desenho, durante 15 encontros de 4 h/a, uma vez por semana. O curso abrange uma concisa introdução aos materiais, técnicas, teoria da cor, suportes para aquarela e desenho em geral, tendo como foco o desenho de observação, perspectiva e criação. Serão discutidos os processos criativos individuais, tendo como suporte um panorama da história da aquarela na história da arte, como apoio para os projetos pessoais. Total: 60 h/a com turmas reduzidas de 15 alunos.

Horário e data: quinta-feiras, de 8:00 a 12:00. 09 de agosto a 22 de novembro de 2018.

Local: Terraço Libertas. Rua Marília de Dirceu, 192 / Piso 1, Lourdes, Belo Horizonte – 30170-090

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Cronograma geral (9 de agosto a 22 de novembro de 2018)

Aula 1: Introdução aos materiais. Estudo do grafite e caneta nanquim (descartável): Exercício de linhas retas e espaçamento. Exercícios de escalas de valores – grafite e caneta nanquim. Exercício de texturas – 16 texturas.

Aula 2: Desenho de observação: sólidos – 2 desenhos. Natureza morta – 2 desenhos.

Aula 3: Desenho de observação: sólidos – 2 desenhos. Natureza morta – 2 desenhos.

Aula 4: Perspectiva 1 ponto de fuga: desenho do professor: 1 ponto de fuga (1 em sala de aula com grafite + 1 de casa com caneta nanquim). Aplicar hachuras e texturas.

Aula 5: Perspectiva 2 pontos de fuga: desenho do professor: 2 pontos de fuga (1 em sala de aula com grafite + 1 de casa com caneta nanquim). Aplicar hachuras e texturas.

Aula 6: Cor: Círculo cromático e escalas de cores primárias + preto e branco. TINTA AQUARELA e TINTA GUACHE TALENS. Usar magenta, ciano, amarelo limão, preto e branco. (INDIVIDUAL)

Aula 7: História da aquarela. Aula expositiva. Materiais para aquarela (revisão).

Aula 8: Aquarela: Papel seco: observação e representação. Camadas sobre camadas – veladuras. 1 trabalho em sala de aula e 2 trabalhos para casa.

Aula 9: Aquarela: Papel úmido: aquarela, observação, representação e processos criativos. 1 trabalho em sala de aula e 2 trabalhos para casa.

Aula 10: Guache: Papel seco: observação e representação. 1 trabalho em sala de aula e 2 trabalhos para casa.

Aula 11: Guache: Papel seco: observação e representação. 1 trabalho em sala de aula e 2 trabalhos para casa.

Aula 12: Técnicas mistas. 1 trabalho em sala de aula e 2 trabalhos para casa.

Aula 13: Processo criativo pessoal – desenvolvimento.

Aula 14: Processo criativo pessoal – desenvolvimento.

Aula 15: Encerramento e discussão dos processos criativos de forma geral e individual. O aluno deverá trazer nesse dia todas as obras e exercícios produzidos.

Investimento por aluno: R$ 1140,00. Dividido até 4 vezes de R$ 285,00.

IMPORTANTE: MATERIAIS NÃO INCLUSOS

Inscrição:

Terraço Libertas

terracolibertas@gmail.com

(31) 99254-5878\ (31) 99267-9551 WhatsApp

Rua Marília de Dirceu, 192 / Piso 1, Lourdes, Belo Horizonte – 30170-090

Conselhos aos jovens estudantes

 

Por Marcelo Albuquerque

Para uma obra intelectual a longo prazo, que considero aqui não apenas o desenvolvimento de textos acadêmicos, mas também o desenvolvimento de trabalhos artísticos e profissionais, farei uma abordagem a partir do livro A Vida intelectual, de A.-D Sertillanges.

Desenha-se ou escreve-se primeiramente para si, como exercício e autoconhecimento. Deve-se praticar o desenho e a escrita todo o dia, nem que seja um pouco. Os projetos mais elaborados são decorrentes dessas pesquisas, inevitavelmente. Para tanto, o caderno de desenhos, ou sketchbook, é fundamental. Com o tempo, modela-se o estilo através da prática e da teoria. Conheça seu ritmo de trabalho e seus melhores horários de concentração e tranquilidade, de forma a trazer à tona o processo criativo e de estudo. Observe tudo, desenhe e anote, permaneça atento. Tudo pode, por mais que pareça banal, servir de base para grandiosos trabalhos. Não confie sempre na sua memória! Para o autor, uma vocação não se satisfaz com leituras soltas e trabalhinhos esparsos. Deve haver penetração e continuidade, empenho metódico com vistas a uma plenitude, e que as causas devem nos apaixonar. Ambição, vaidade e publicidade apenas tentariam os espíritos fúteis.

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Marcelo Albuquerque: Atelier de gravura da EBA-UFMG. Gravura em metal, 2002.

Não existe um jeito melhor ou certo de se aprender desenho. Cada indivíduo deve manter uma cultura de desenho, começando por fundamentos básicos, como linha, luz, sombra, perspectiva, volume, textura, etc. Desenhe todo dia e estude os mestres da história da arte e da arquitetura. Almeje uma cultura erudita para aprender e contemplar. Escreva, desenhe e estude sobre aquilo que seu professor orientou para aquele momento de seus estudos. Mas escreva, estude e desenhe com veemência sobre aquilo que você conhece, ou busca conhecer, baseado na sua realidade direta. A nossa própria realidade não é banal e desinteressante como pensamos que seja. Por mais que pareça indigna de se retratar, elementos aparentemente ocultos podem nos revelar temas grandiosos. Nunca espere surgir um ambiente ideal para começar a produzir, comece desde já com o que tens ao seu redor. Lembre-se que grandes gênios da arte e da literatura começaram por retratar suas próprias realidades, nos remetendo à celebre frase de Liev Tolstoi: “Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia”.

É preciso criar uma cultura de gastos que privilegie os bons materiais, cursos e livros. Gastos desperdiçados com ninharias e atividades sociais inúteis, ao tom de Sêneca, em A Brevidade da Vida, seriam melhores empregados na construção de uma biblioteca particular, em uma viagem cultural e na audição de músicas que refresquem o intelecto[1].

Começou? Termine! Procure concluir tudo e concluir bem. Para Sertillanges, é preciso fugir de tudo que é feito pela metade; ou se faz alguma coisa ou não se faz nada: “(…) Se decidiu fazer, que faça fervorosamente, com paixão máxima. O trabalho pela metade é um descanso pela metade”[2]. Qualquer estudo, sem as filosofias, se desorienta[3], se perde, e deve-se ir direto ao essencial.

É importante perceber que não devemos nos afobar em tentar ler tudo, pois jamais conseguiremos isto e o sentimento de frustação ficará permanente. Os estudos, seja da leitura ou do desenho, não podem ser uma forma de tortura. Para alguns, devemos ler pouco mas ler bem. Devemos escolher nossos livros como a dona de casa que escolhe seus alimentos na feira, de acordo com as necessidades do dia. Uma leitura fora de hora e desordenada pode confundir e desorientar. É necessário filtrar e começar pelo necessário e pelos clássicos, ou seja, por aqueles autores cuja autoridade foi consolidada pelo tempo. Segundo Sertillanges, existem leituras fundamentais, leituras ocasionais, leituras de treinamento ou edificantes e leituras relaxantes. Devemos privilegiar a elite dos pensadores e desprezar obras malfeitas e mal pensadas. Diz o autor que o contato com os gênios nos proporciona o benefício imediato da elevação[4]. Entretanto, mesmo as obras indesejadas, por comparação, nos apontam para um bom caminho de oportunidades e progressos.

 

É desejável buscar várias fontes de conhecimento e informação e não desprezar nenhum meio, ou seja, devemos ler livros, ver documentários, filmes, etc. Nunca deixe de ler livros e os grandes autores, mas também devemos aproveitar ao máximo as novas tecnologias midiáticas sem que estas prejudiquem o hábito da leitura.

Existem aqueles que estudam marcando seus livros, fazendo marcações no próprio livro ou em suportes diversos. Alguns consideram um pecado marcar livros, estragando-os. Eu, particularmente, marco meus livros sem medo, desde que sejam aqueles que uso para consultas futuras e que não tenham valor de antiguidade. É uma decisão pessoal. Umberto Eco, em seu pequeno livro Como se faz uma tese, confessa que escreve em todos eles!

A escolha dos temas para o trabalho artístico e acadêmico deve agir de forma sincera com o seu espirito e seus gostos, preferencialmente. Deve-se agir se entregando por inteiro à ação, buscando causas que apaixonem. É preciso saber falar para o interior e para o exterior para formar seu estilo e sua personalidade. Acima de tudo, com verdade, seja de forma simples ou rebuscada, mas que seja íntimo com sua história. Conheça os chavões mas evite-os, ou saiba usá-los com sabedoria. O estilo, de certa forma, é como o corpo que pertence a uma alma[5]. A um grande estilo não pode pertencer uma capa hipócrita de saber, um saber fingido e atitudes pernósticas.

Não se amarre no mito da originalidade. Não há problema em se inspirar (ou imitar) no estilo de personalidades memoráveis, pelo contrário, ou mesmo produzir no estilo de outro, desde que isto não avance para um maneirismo frio, vulgar ou preso a uma moda ou tendência. Lembre-se que Dante se inspirou em Virgílio, e que Virgílio se inspirou em Homero, e este último provavelmente em outros. Histórias e estórias podem ser recontadas ao longo das gerações. Com o tempo, seu estilo emerge, na proporção de sua dedicação.

Trabalhe para você. O processo criativo a ti pertence, e sua voz interior deve falar. Muitas pessoas sentem o mesmo e se sentem sós também. Porém, ao seu lado, os personagens memoráveis estão presentes e mantem um diálogo permanente com a nossa realidade, através de cada leitura ou de cada pintura contemplada. A cultura foi e será construída através de infindáveis gerações. Os grandes gênios sempre mantêm um diálogo com o passado, mesmo que queiram rompê-lo. A solidão, ou estar só, no sentido do retiro, deve ser aceita. Grandes obras foram forjadas no deserto e no isolamento[6]. A solidão proporciona contato consigo próprio. Para Sertillanges, “antes de dar a verdade, adquira-a, e não jogue fora o grão de sua semeadura[7]”. Mas o homem por demais isolado se prejudica, pois sai do real e perde o senso do destino. A solidão recomendada, segundo o autor, é a de elevação.

Da mesma forma, é preciso moderar a vida social, evitando os excessos e os abusos sem que, com isso, nos tornemos isolados ou pedantes. Diz Sertillanges: “(…) Os próprios tolos também nos são úteis e nos ajudam a completar nossa experiência. Não os procurem: deles já há o bastante![8] ”.

Descanse, relaxe e não procrastine!

Referências bibliográficas:

SERTILLANGES, A.-D. A vida intelectual: seus espíritos, suas condições, seus métodos. Tradução de Lilia Ledon da Silva. São Paulo: Prol Editora Gráfica, 2010.

[1] SERTILLANGES, p. 48.

[2] Ibidem, p. 85.

[3] Ibidem, p. 93.

[4] Ibidem, p. 128.

[5] Ibidem, p. 161.

[6] Ibidem, p. 51.

[7] Ibidem, p. 54.

[8] Ibidem, p. 60.

OURO PRETO

Roteiro de passeio para 1 dia – ida e volta saindo de Belo Horizonte

Contempla o bairro do Pilar e Praça Tiradentes

Professor Marcelo Albuquerque (Arte e Culturas)

Hora
LocalValor (sujeito à alteração):
8:00Saída: Campus Liberdade –
9:30Rodoviária. Igreja de São Francisco de PaulaLivre
10:00Igreja São JoséLivre
10:15Rua Getúlio VargasLivre
10:30Igreja do RosárioLivre
10:40Ponte seca, Chafariz da Glória e Capela do Senhor do Bomfim.Livre
11:00Igreja do Pilar. Museu de Arte Sacra R$ 5,00 meia entrada (obrigatório)
12:30Rua São José. Almoço.Por conta do aluno
13:40Casa dos ContosLivre
14:10Grande Hotel de Niemeyer.Livre
15:10Casa da ÓperaR$ 3,00 meia entrada
15:30Igreja do Carmo. Museu do Oratório. Adro do Carmo.Livre
15:50Praça Tiradentes – Museu da InconfidênciaR$ 5,00 meia entrada (obrigatório)
16:00São Francisco de Assis R$ 5,00 meia entrada (obrigatório)
17:00Casa de Gonzaga.Livre
17:20FIEMG e Feira de ArtesanatoLivre
18:00Retorno na rodoviária – previsão de chegada em BH: 19:30 h – Campus Liberdade 

 Avisos:

– O certificado é dado pela empresa, após a viagem, via e-mail. Apenas a empresa está autorizada a emiti-lo.

– Não sair do roteiro e participar de todo o percurso, pois o passeio se destina à disciplina de História da Arte, Arquitetura e Urbanismo.

– Apenas para alunos regularmente matriculados no curso.

– Excelente oportunidade para o ensaio fotográfico.

Recomendações:

– Vestir roupas confortáveis para caminhadas curtas, protetor solar, boné, chapéu, tênis e um agasalho. Um guarda-chuva é recomendável.

– Não usar roupas curtas em respeito às tradições religiosas. Corre-se o risco de ser barrado na entrada de igrejas.

– Pequena mochila com água e lanche.

– Câmera fotográfica.

– Levar dinheiro extra, caso seja necessário dividir um táxi, comprar um artesanato, lanche, pagar entrada de igreja, etc.

– Caso o aluno se impossibilite de realizar alguma caminhada, basta seguir o roteiro com os horários para se orientar.

Aquarela: introdução

Por Marcelo Albuquerque.

Este texto é parte dos cursos e disciplinas ministrados pelo autor.

Primeiramente, devemos nos perguntar o que é a aquarela. A aquarela é uma tinta formada basicamente pelo pigmento colorido bastante moído e por um aglutinante, geralmente goma arábica. Sua principal característica é a transparência. Como o próprio nome indica, ela se baseia no uso da água, no qual os pigmentos se transferem para a superfície. Evaporada a água, o pigmento forma uma mancha de cor sobre o papel, que se fixa através do aglutinante, similar a uma cola.

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Marcelo Albuquerque. Paisagem e Arquitetura. Aquarela, 55 x 75 cm, 2006.

Assim como o guache, a aquarela é uma tinta a base de água. A diferença entre a aquarela e o guache está na forma como a tinta é preparada e usada. Na aquarela, por sua transparência, vê-se o suporte, enquanto o guache, opaco pela carga[1] que recebe, sobrepõe-se ao fundo.  Mas também podemos trabalhar o guache e todas as técnicas de pintura de forma a obter a transparência, bastando diluir bem a tinta para evidenciar o suporte. Diferente da pintura tradicional, na maioria das vezes, para obtermos o efeito luminoso na aquarela utilizamos o próprio branco do papel, ou seja, as regiões mais claras e luminosas são pouco trabalhadas e devem ser as primeiras a serem pensadas, onde as partes mais densas e carregadas se formarão através de sobreposição de camadas, gerando a formação de novos tons, enquanto nas técnicas pictóricas mais densas, como a pintura a óleo e acrílica, geralmente adiciona-se as cores correspondentes ao brilho.

Pode-se trabalhar a aquarela de diversas formas, por isso sua popularidade é grande. O caráter imprevisível torna-se um desafio, pois exige uma certa previsão e uma capacidade de tomar decisões rápidas. Dificilmente se esconde um “erro” devido a sua transparência, mas muitas vezes o erro vira um acerto. A aquarela é a técnica do acaso e da virtuosidade ao mesmo tempo, e o conceito de erro em arte é bastante duvidoso!

TintasAglutinantes
Aquarela, guacheGoma-arábica
NanquimGoma-laca
ÓleoÓleos vegetais: linhaça, cravo, nozes, etc.
TêmperasOvo e caseína (cola de leite)
EncáusticaCera de abelhas
Acrílicas e vinílicasResinas sintéticas (polivinílicas)

Denominação das tintas e seus aglutinantes. Fonte: Colnago, 2003.

Para trabalhos mais meticulosos, é importante ter um bom esboço do desenho, separando-se os campos de cor e detalhes a serem pintados. Este desenho pode ser feito com um lápis ou lapiseira, de forma suave, com o papel seco, pois pela propriedade de transparência as linhas aparecerão. Porém, o desejo de se trabalhar associando o grafite à aquarela é pessoal, e em muitos casos torna-se bastante interessante e enriquecedor, lembrando que não existem regras para o desenvolvimento de um trabalho artístico, mas a aquarela requer um bom conhecimento de sua natureza para se trabalhar seguramente. Outro aspecto importante do grafite na aquarela é que este o fixa no papel.

Com o papel molhado trabalhamos com grandes quantidades de água sobre o papel, deixando que a tinta se espalhe e flua pela superfície (refluxos). Podemos também molhar o papel antes de entrarmos com as cores. Por esta maneira, conseguimos obter belíssimos efeitos e mistura de cores, nem sempre respeitando os limites do desenho e partindo para um pensamento mais abstrato em relação ao trabalho.

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Estudo de cor, volume e textura. Marcelo Albuquerque, 2005.

Na aquarela, por ser uma técnica refinada, é sempre recomendado a utilização de materiais de ótima qualidade. Existem aquarelas para profissionais, para artistas mais exigentes, cujo valor dos materiais é alto, porém tanto a tinta da aquarela quanto os demais materiais são altamente duráveis e o investimento feito será realizado esporadicamente.  Obviamente, só o gasto com papéis será maior. A aquarela não se perde depois de seca, pois a goma-arábica seca, em contato com a água, retorna ao estado original, diferente da pintura a óleo, que endurece através da oxidação gerando novos elementos químicos.

Além das tintas profissionais, outros tipos de aquarela mais accessíveis estão disponíveis no mercado, geralmente marcas chinesas e japonesas, porém seu uso não é indicado devido à péssima qualidade de seus elementos, principalmente os pigmentos, na maioria de origem sintética, e adição de cargas. Pelo preço percebemos a diferença.

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Marcelo Albuquerque. Paisagem e Arquitetura. Aquarela, 55 x 75 cm. 2007. Aguadas sobre papel molhado.

Hierarquia das linhas de tintas:

Os fabricantes disponibilizam no mercado diversas linhas de uma mesma tinta, com variados preços e qualidades diferentes. Este fato se dá pela composição dos materiais, onde os mais caros são produzidos com pigmentos de melhor qualidade ou em maior quantidade, além de aglutinantes, cargas e adjuvantes mais puros e refinados. As aquarelas Talens possuem três linhas; Rembrandt, Van Gogh e ArtCreation. Rembrandt é a mais profissional, pois possui maior concentração de pigmentos e uma goma arábica mais refinada, fazendo seu custo aumentar consideravelmente. Em seguida, vem a linha Van Gogh como intermediária entre a Rembrandt e a ArtCreation, sendo esta última destinada para iniciantes e estudantes, de baixo custo. Não significa que não obtemos bons resultados com materiais de baixo custo, pois quando se exerce a criatividade não podemos impor limites; porém, em nível técnico, quando a arte é percebida do ponto de vista científico, exigindo análises de constituição, forma, resistência e compatibilidade, devemos escolher sempre os melhores materiais. Vale reforçar que, para estudantes de arte e profissionais em geral, a escolha desses materiais é decisiva na qualidade e resultado final de qualquer trabalho. Os fabricantes disponibilizam no mercado diversas linhas de tintas, com variados preços e qualidades diferentes.

Os bons fabricantes disponibilizam suas linhas de tintas com diferentes nomes, alguns em homenagem a artistas relevantes à história da arte e da própria técnica, como faz a indústria inglesa Winsor & Newton, ao nomear sua linha para estudantes como Cotman, em referência a John Sell Cotman (1782-1842), aquarelista e pintor inglês.

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John Sell Cotman: Greta Bridge. Aquarela, 1805. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/John_Sell_Cotman. Acesso em: 20 jan. 2017.

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Aquarela Cotman, da Winsor & Newton. Fonte: WINSOR & NEWTON.COM.

Aquarelas Talens ArtCreation, Rembrandt e Van Gogh: diferentes qualidades e composição para diferentes públicos. Fonte: https://www.royaltalens.com. Acesso em: 20 jan. 2017.

A seguir, algumas marcas profissionais de aquarela, encontradas no mercado brasileiro ou analisadas no Guia Wilcox de aquarelas (WILCOX, 1991):

Tintas profissionais: Binney & Smith (EUA), Blockx (Belgica), Da Vinci (EUA), Daler Rowney (Reino Unido), Grumbacher (EUA), Holbein (Japão), Lefranc & Bourgeois (França), Lukas 1862 (Alemanha), Hunts (USA), Maimeri – Blu (Itália), Martin/F. Webber Co. (EUA), Old Holland (Holanda), Paillard (França), Pebeo – Fragonard (França), Royal Talens – Rembrandt (Holanda), Sennelier (França), Schminke Horadam (Alemanha), Winsor & Newton/Winton (Reino Unido).

Tintas para estudantes de artes: Lukas Aquarell Studio (Alemanha), Royal Talens – Van Gogh (Holanda), Schminke Akademie (Alemanha), Winsor & Newton/Cotman (Inglaterra).

Tintas amadoras e escolares: não indico para serem usadas profissionalmente, pois não apresentam as especificações de tipos de pigmentos e análises de laboratório. Ex.: Faber Castell (Brasil), Guitar (Japão). Pentel (Japão), Reeves (Inglaterra), Sakura (Japão).

Vale reforçar que, para estudantes de arte e profissionais em geral, a escolha desses materiais é decisiva na qualidade e resultado final de qualquer trabalho. Não basta apenas comprar uma tinta de uma boa marca; observe a sua categoria. Os fabricantes possuem diversas linhas de produtos, sendo as mais caras as mais refinadas e as mais baratas se destinam a amadores e linhas escolares, de qualidade bem inferior. Por exemplo: a marca Talens possui as aquarelas Rembrandt e Van Gogh, onde a diferença entre elas está na qualidade dos componentes, sendo a Rembrandt mais refinada e cara. A marca inglesa Winsor & Newton possui também uma linha profissional e outra para estudantes, chamada Cotman.

Considerações sobre as tintas, de acordo com o seu pigmento:

“É apropriado que o pigmento para a pintura tenha alguns requisitos: ser uma substância finamente dividida; ser insolúvel no aglutinante com o qual se usa; ser resistente à luz; não exercer uma ação química nociva sobre o ligante, nem sobre outros pigmentos com os quais será misturado; ter um grau adequado de opacidade ou transparência; proceder de indústria confiável, que comprove suas cores, utilize matérias-primas adequadas e possa informar sobre a sua origem, qualidade, características e resistência” (COLNAGO; BRANDÃO, p.27).

Atenção: Qualidade dos materiais: profissionalmente, escolha sempre papéis de melhor qualidade (Canson, Fabriano, etc.), livre de ácidos e gramatura acima de 200g/m2; e boas marcas de tintas (Talens, Winsor & Newton, etc.) que ofereçam pigmentação correta das cores. Isso lhe assegura a aquisição de tintas de excelente qualidade, fórmulas originais e verdadeiras. Não se pode confiar em outros fabricantes simplesmente pelo rótulo ou procedência da tinta. Mesmo uma tinta importada e cara pode apresentar pigmentos inapropriados para o estudo da cor nesta disciplina. Além disso, os bons fabricantes disponibilizam nos rótulos e na internet diversas especificações a respeito da fabricação de seus materiais e catálogos científicos para download. Bons fabricantes, como a holandesa Royal Talens, a inglesa Winsor & Newton e a francesa Sennelier, por exemplo, indicam nos rótulos dos produtos o pigmento encontrado nas tintas.

Símbolos Royal Talens

Os símbolos das embalagens devem ser lidos da seguinte forma:
 º      = 0 – 10 anos de incidência de luz sob condições de museu
+      = 10 – 25 anos de incidência de luz sob condições de museu
++   = 25 – 100 anos de incidência de luz sob condições de museu
+++ = pelo menos 100 anos de incidência de luz sob condições de museu.

Símbolos Sennelier

Os símbolos das embalagens devem ser lidos da seguinte forma:
 º       = pouca resistência
«       = baixa resistência
««    = boa resistência
««« = excelente resistência

Leitura das embalagens: 

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Informações sobre o pigmento amarelo limão da Talens. Fonte: http://www.talens.com.

Descrição dos pigmentos – Exemplos: 

PW = Pigment White PW4 – (pigment name) = zinc oxide – 77947 (pigment number); PW – White pigments; PW6 – Titanium white;      PY – Yellow pigments; PY35 – Cadmium yellow; PO – Orange pigments; PO34 – Azo orange; PR – Red pigments; PR112 – Naphthol red; PV – Violet pigments; PV19 – Quinacridone rose; PB – Blue pigments;         PB29 – Ultramarine; PG – Green pigments; PG7 – Phthalo green; PBr – Brown pigments; PBr7 – Natural umber; PBk – Black pigments; PBk11 – Oxide black.

Resistência à luminosidade: 

O grau de resistência à luminosidade de  uma cor indica a medida que uma cor, como substância, é danificada pela luz ultravioleta. Luz ultravioleta é um componente tanto da luz natural quanto da luz artificial. Tem a capacidade de desagregar substâncias colorantes; a cor “desaparece” com o tempo. A velocidade desse fenômeno depende da natureza da substância colorante, em combinação com a quantidade de luz ultravioleta. Algumas cores começam a desvanecerem-se após alguns dias, outros depois de muitos anos ou mesmo durar milênios. Bons fabricantes indicam nos rótulos dos produtos uma escala em símbolos para os seus produtos:

Opacidade e transparência: 

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Outra propriedade dos pigmentos é opacidade ou transparência. Pinte com um pigmento opaco e irá esconder o suporte trabalhado (poder de cobertura), quando aplicada em uma determinada espessura. Pinte com um pigmento mais transparente e o brilho do suporte integrará a cor obtida (a exemplo da aquarela). Nem todos os pigmentos opacos são tão opacos, e nem tão transparentes. Muitas variações são possíveis, desde muito transparente e muito opaca.  Algumas tintas são sempre opacas, como o guache, pois possuem em sua composição cargas – além dos pigmentos – que anulam a transparência, intensificando o poder de cobertura.

Granulometria do pigmento: 

é a análise da forma, dimensão e textura do pigmento. Suas dimensões são medidas em mícrons e as formas se definem em esferóides, laminadas, aciculares, prismáticas, conferindo opacidade ou transparência.

HUE – Definição nas embalagens: 

quando encontramos a descrição HUE nas embalagens, trata-se de cores fabricas com pigmentos que imitam a cor original de um outro pigmento. Podem ser por diversas razões, entre elas a redução de custos. Um pigmento pode ser caro e raro,e, sendo assim, sua cor pode ser imitada através de outros pigmentos de menor custo. A durabilidade da cor pode não ser afetada necessariamente. Por ser uma imitação, o fabricante deve avisar ao consumidor na própria embalagens, havendo para isso legislações específicas.

Formatos:

Bisnagas, pastilhas secas, pastilhas semi-úmidas, líquidas, lápis e bastões. Podem ser compradas em estojos ou avulsas (de preferência avulsas, assim se obtém as cores realmente desejadas). Encontramos no mercado a tinta Ecoline que se comporta como uma aquarela líquida, de cores fortes, intensas e transparentes, porém não é uma aquarela verdadeira (ver Ecoline).

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Ecoline Talens: ideal para iniciantes no estudo das cores.

Paleta ideal para estudo de cores (cores primárias ou próximas):

Azuis: Prussian blue, Cerulian blue, Cobalt blue. Magenta e Vermelhos: Magenta, Cadmiun red ou Alizarin Red. Amarelos: Cadmiun yellow, Lemmon yellow. Preto: Ivory Black.

Desta forma, o estudante é induzido a racionar a relação da mistura das cores, desenvolvendo sua percepção da escala cromática. Outras cores podem ser adquiridas aos poucos, dependendo da necessidade do artista. Isto evita que o estudante compre tintas que dificilmente irá usar, gerando desperdício de material e dinheiro.

Técnicas mistas:

É um desafio propor aqui um estudo com técnicas mistas, pois a cada momento um novo artista descobre e redescobre novas maneiras de se desenhar e pintar. Na arte se pode fazer de tudo com tudo, não se importando nem mesmo com a durabilidade física da obra. O que se segue adiante são formas tradicionais de mistura de técnicas, porém abrem a possibilidade de cada indivíduo agregar novas experiências, já que as próprias vivências pessoais interferem no processo criativo.

Crie vários quadrados onde serão experimentados os seguintes materiais:

  • Aquarela com nanquim e bico-de-pena: faça uma aguada e enquanto esta seca faça traços com nanquim e bico-de-pena. Observe a quantidade de água necessária para se criar os efeitos causados, controlando assim a relação de tempo e pintura.
  • Aquarela com grafite: faça um desenho a grafite, e a seguir faça interferências com aquarela, valorizando as duas técnicas.
  • Aquarela com nanquim e pincel: use livremente o nanquim sobre as aguadas de aquarela com um pincel macio e redondo. O nanquim pode ser usado como tinta preta na aquarela, substituindo o pigmento preto original da aquarela.
  • Cera, parafina, pastel oleoso ou lápis oleoso (dermatográfico): antes de fazer a aguada, crie desenhos com cera ou parafina (vela) ou com um lápis dermatográfico branco. Em seguida faça as aguadas e perceba que onde foi desenhado aparecerá o branco devido à não fixação da tinta na cera e em materiais oleosos. É importante perceber que a própria gordura das mãos pode interferir diretamente no trabalho, intencionalmente ou não.
  • Máscaras: As máscaras são películas plásticas que são aplicadas com pincel, protegendo e preservando áreas do suporte que não serão pintadas. Coloca-se a máscara nos locais pré-estabelecidos, aguardando a secag­em antes de entrar com as tintas. Pinta-se então por cima de tudo, e logo após a secagem da aquarela, retira-se a película com os dedos ou com um objeto adequado, tomando-se cuidado em não ferir o papel.
  • Pressão com cabo de pincel ou ponta de lapiseira: com o cabo do pincel ou outro material mais duro, como uma ponta de lapiseira sem grafite, realize desenhos sobre o papel já com a aguada – e faça sulcos no papel, observando a acomodação dos pigmentos no baixo-relevo que se forma. Controlando o tempo e esperando a aguada secar um pouco mais, conseguiremos desta vez remover o pigmento de aquarela, revelando assim o suporte branco por baixo. Neste caso, é uma tarefa de extrema delicadeza onde o artista descobrirá empiricamente seu tempo certo. A qualidade do papel também é muito importante.
  • Esgrafito ou Raspagem: utilizando uma ponta seca ou estilete, podemos obter efeitos luminosos fazendo a raspagem da camada pictórica de forma a revelar o suporte.
  • Aquarela com sal: é uma técnica popular que gera efeitos muito interessantes. Primeiro se faz a aguada, e em seguida se coloca sal por cima da aguada, de forma aleatória e menos homogenia possível. Espere secar completamente e remova o sal da superfície. O efeito mineral que se vê é parecido com as formas de um mármore ou granito.
  • Lápis de cor aquarelável: bastante conhecidos, são muito úteis quando se deseja que linhas mais fortes e definidas marquem a superfícies. Eles podem ser usados junto à aquarela, com qualquer proporção de água.
  • Borrões de água: faça através de pingos de agua sobre uma aguada com cor. Deixe gotas caírem sem intervir com o pincel, deixando secar naturalmente.
  • Borrões com álcool: faça através de pingos de álcool sobre uma aguada com cor. Deixe gotas caírem sem intervir com o pincel, deixando secar naturalmente.
  • Sopro: com um canudinho, sopre uma gota de tinta de forma a criar formas orgânicas similares a galhos de árvores.
  • Esponja: Além de texturas, a capacidade de absorção de uma esponja macia promove efeitos curiosos.
  • Pastel seco, carvão e lápis secos (contés): por serem materiais que não se fixam totalmente ao suporte, exigem cuidado ao serem manipulados para que não ocorram contaminações e borrões em áreas não desejadas. Ao menor toque, o pigmento se transfere para as mãos e corpo, gerando em muitas pessoas desconforto durante o processo. Mas é por essa razão que eles se dão bem com a aquarela: eles podem ser facilmente aguados e trabalhados, podendo utilizar não só fixadores comuns, mas também a própria goma arábica vendida separadamente no mercado.
  • Objetos e colagens: Constitui-se em agregar ao desenho e à aquarela colagens em geral e objetos. Vale também para suportes com informações pré-existentes.
  •  

[1] A carga utilizada é o carbonato de cálcio, que tem como função ampliar a resistência física, aumento do volume e estabilização do PH, entre outros fatores. Fonte: Colnago, 2003.

MATERIAIS

Obs: os materiais são muito duráveis, por isso o investimento inicial pode ser mais alto, porém dilui-se com o tempo. Apenas os papéis precisam ser comprados com maior frequência.

Papéis:

  • Papel Canson Aquarela ou Montval, A3, grão-fino, 300 g/m2. Folhas avulsas ou bloco. Preço sugerido do bloco Canson aquarela A3 com 30 folhas: R$ 90,00. Montval folha avulsa: R$ 10,00.
  • Papel Canson 220 g/m2 ou acima, cor branca, A3 ou A2. 15 folhas por aluno aproximadamente, mais papeis de reserva;
  • Folhas de papel sulfite A4 ou A3 branco (Gramatura 90g/m², preferencialmente).
  • Papel Canson Heritage ou Arches, 100% algodão. Opcional.

Tintas:

  • Aquarela profissional: cores primárias e outras (Cotman, Talens, Maimeri, etc.). Preço sugerido por tubo: R$ 20,00 – 25,00;
  • Guache profissional – cores primárias CMY mais preto e branco (Talens). Preço sugerido por pote: R$ 16,00.
  • Aquarela Pentel (estojo com 12 cores): caso o aluno não encontre as aquarelas profissionais, porém não é recomendada para uso profissional. Preço sugerido: R$ 15,00

Pincéis

  • Pincéis variados, redondos sintéticos (Linha 482 – Tigre; ou similar), tamanhos 02, 08, 18, 24.
  • Preço sugerido do kit de pinceis sintéticos da China: R$ 40,00.

Diversos:

  • Caneta nanquim 0.5 ou 0.7. Preço sugerido: R$ 13,50.
  • Lápis grafite ou lapiseira;
  • Fórmica (suporte rígido). Preço sugerido: A3 – R$ 7,50; A2 – R$ 28,00.
  • Estilete;
  • Fita crepe;
  • Régua, esquadro e compasso;
  • Godê ou pratos de porcelana para mistura de tintas, individual, na cor branca;
  • Copos para água;
  • Pano absorvente ou papel toalha;
  • Pasta para guardar os trabalhos (sem enrolar ou dobrar)

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