Roma Antiga: para artistas, arquitetos e viajantes – relação de aulas no Hotmart – EM BREVE!

Este curso, composto de aulas gravadas, é fruto de intensas pesquisas realizadas ao longo de uma vida acadêmica como artista e professor de história da arte. As imagens do autor na Itália foram obtidas após um rigoroso planejamento, de forma a aproveitar, com um tempo razoavelmente curto, o máximo possível de experiências diretas com o melhor da arte e arquitetura da Roma Antiga, bem como de outros períodos históricos que a Itália proporciona como nenhum outro país. Todo o conteúdo é embasado em literatura acadêmica, descrita ao longo do texto, e suas referências são fundamentais para aqueles que desejam estudar e lecionar a história da arte e da arquitetura, ou como admirador e viajante. Este curso também cumpre a função de ser um excelente roteiro de viagem para iniciantes e iniciados na história da Roma Antiga.

Aulas em gravação. Em breve o lançamento!

Introdução

Roma – Origens míticas e o surgimento da monarquia romana

Roma Antiga – Introdução – Fórum Romano

Roma Antiga – Introdução – Fórum Romano: Percurso I EXCLUSIVA PARA ASSINANTES!

Roma Antiga – Introdução – Fórum Romano: Percurso II EXCLUSIVA PARA ASSINANTES!

Roma Antiga – Introdução – Fórum romano: espetáculo noturno EXCLUSIVA PARA ASSINANTES!

Edifícios romanos

O arco romano e as abóbadas

Tecnologias de contrução romanas I – EXCLUSIVA PARA ASSINANTES!

Tecnologias de contrução romanas II – EXCLUSIVA PARA ASSINANTES!

Basílicas romanas

Aquedutos romanos

Teatros, Anfiteatros, Circos, Estádios e Odeons – EXCLUSIVA PARA ASSINANTES!

Coliseu

Panteão

Domus italica – conceitos gerais – EXCLUSIVA PARA ASSINANTES!

Cidades

Pompeia – Panorama geral

História da arte, arquitetura e cidades: ensino e aprendizagem através da Sala de Aula Invertida

Palestra: História da Arte, Arquitetura e Cidades: Ensino e Aprendizagem Através da Sala de Aula Invertida
com Marcelo Albuquerque Corrêa

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Resumo estendido

A metodologia de ensino/aprendizagem apresentada aqui foi desenvolvida para esta disciplina, muito complexa e extensa, que percorre toda a história da arte, arquitetura e cidades, desde a pré-história aos dias de hoje, não sendo, portanto, fácil de se condensar em apenas dois semestres. Por isso, tomei a iniciativa de observar as propostas pedagógicas do Alinhamento Construtivo de John Biggs, elegendo a metodologia Flipped Classroom (Sala de Aula Invertida), de Bergmann e Sams, como as principais práticas com conteúdos autorais e de terceiros, seguida das metodologias ativas. O Alinhamento Construtivo, segundo Biggs, oferece uma reflexão e tomada de atitude para o aprimoramento das relações entre professores, alunos e sociedade, partindo de uma estruturação de atividades que apresentem sentidos práticos e reais, evidenciando ao aluno a importância de determinada disciplina e seus conteúdos para o curso em si e para a vida profissional e social na realidade. Partindo da realidade direta e da experiência no cotidiano, esta disciplina visa os três pontos fundamentais que Biggs aponta, interconectados: métodos de ensino, formas de avaliação e resultados de aprendizagem. Metodologias ativas compreendem o envolvimento consciente e ativo por parte do aluno como responsável pela sua própria educação, ou seja, que para adquirir competência, conhecimento e habilidade é necessário desprendimento de energia e dedicação, ao invés de esperar pelo recebimento passivo de instruções e informações. Para tanto, foi observado um pequeno panorama histórico que remete às tradições da pedagogia ativa como precursora de determinadas práticas contemporâneas. Nela destaco a figura de John Dewey, fundamental para o desenvolvimento acadêmico das artes, arquitetura e design no século XX. Para os pragmatistas e para Dewey, tanto o conhecimento acumulado historicamente como a experiência sensível são normas de ação, e para a educação, fundamentos pedagógicos de uma escola ativa. Este artigo apresenta a multiplicidade de reflexões sobre métodos e teorias propostas e aplicadas na realidade durante os anos de 2018 e 2019 no curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário UNA na região metropolitana de Belo Horizonte. Porém, o que está envolvido aqui não é um método particular, conforme será descrito, mas uma atitude em relação ao ensino, o que implica uma consciência focal do aluno e do mundo do aprendiz, onde o professor aborda os princípios e apropria-se deles no contexto de sua própria atividade.

Palavras-chave: Alinhamento Construtivo, História da Arte, História da Arquitetura, Sala de aula invertida.

Arts and Crafts

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Por Marcelo Albuquerque

Diante da crise do ecletismo e no contexto das novas tecnologias de ferro, concreto armado e vidro na arquitetura, belas artes e utilitários, no decorrer do século XIX, Pevsner recorda que os arquitetos continuavam a evitar os novos materiais e se satisfaziam com efeitos góticos, renascentistas e barrocos. Até mesmo as inovações estruturais não haviam ainda sido encaradas com seriedade pelos arquitetos[1]. Para o inglês William Morris, a arquitetura era a arte maior, pois todas as outras mantinham uma dependência em relação ao espaço e ao edifício. De acordo com essa visão, sem a unidade entre arte e artesanato, a beleza está fadada a desaparecer, e os produtos fabricados se tornam toneladas de quinquilharias, endossando a visão do mau gosto que inundava o mercado com produtos de baixa qualidade estética. O Arts and Crafts valorizava a presença do artesanato frente aos excessos cometidos pelas padronizações de gosto duvidoso da mecanização da indústria de massa. Além de William Morris, destacam-se os Pré-Rafaelitas e o próprio John Ruskin, um dos maiores pensadores britânicos do século XIX, dentro do romantismo tardio.

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William Morris: tecido de mobiliário, 1883. Merton Abbey Workshop (maker), algodão estampado em bloco. Museu Victoria & Albert, Londres. Fonte: Wikimedia Commons.

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William Morris: papel de parede. Fonte: Wikimedia Commons.

Willian Morris proporcionou um renascimento do interesse pelo artesanato e pela arte industrial, estabelecendo as modernas relações entre materiais, processos, objetivos e forma estética. Suas teorias se relacionam com o romantismo alemão, pela sua profunda admiração pela Idade Média, e pelo pensamento romântico tardio inglês (Ruskin, Pugin e movimento de Oxford). Pevsner recorda: “(…) Amava a Idade Média, a natureza e o campo, odiava as grandes cidades. Sua aversão, inicialmente, era visual, mas tornou-se social quase imediatamente” (PEVSNER, 2001, p. 18). O seu socialismo é mais derivado dos ideais comunitários e corporativos medievais do que do materialismo dialético de Karl Marx, e seu medievalismo não pode ser entendido como imitação das formas medievais. O conceito de “gênio isolado” do Renascimento havia retirado, a seu ver, a grandiosidade medieval e separado a arte do cotidiano.

Para Morris e demais pensadores e membros vinculados ao Arts and Crafts, deveria haver uma fusão ideal entre o artista, o artesão e o arquiteto, além da eliminação da distinção das grandes artes, como a pintura, escultura e arquitetura, das artes menores, como mosaicos, gravuras e tapeçarias. Esse novo personagem moderno, o industrial designer, deveria ser capaz de compreender e produzir assimilando os conhecimentos técnicos e eruditos, ser um bom artesão e artista, assim como ter conhecimentos profundos de história da arte, arquitetura e filosofia. Por fim, se chegaria a uma elevação estética que colocaria a produção industrial sob controle do designer, evitando a vulgarização da arquitetura, da arte e seus derivados.

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Kelmscott Manor foi o lugar preferido de William Morris, refletindo o clima pitoresco e simples das casas de campo tradicionais da Inglaterra. Fonte: Wikimedia Commons.

Morris considerava, seguindo o pensamento romântico de Ruskin, que parte da Idade Média teve um momento ideal em termos de estrutura social e desenvolvimento artístico, quando os artistas eram trabalhadores simples e seus produtos faziam parte do cotidiano. A concepção do gênio renascentista ainda não havia chegado e, portanto, tinha-se uma equiparação entre as artes, arquitetura e mobiliário, fundamentadas no prazer artesanal do trabalho. Entretanto, Morris não recusa a máquina por enxergar que o processo industrial diminui os preços para o povo, enquanto produtos artesanais finos serão majoritariamente mais caros para o grande público. Nesse sentido, se justifica o papel do designer como criador e condutor de um processo artístico e estético na indústria.

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Philip Webb: Red House, Bexley Heath. A casa de campo (cottage) expõe tijolos vermelhos sem revestimentos, valorizando a construção dos interiores. Foi mobiliada com obras de Webb e Morris. Fonte: Wikimedia Commons.

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Philip Webb: Standen House. Fonte: Wikimedia Commons.

Morris abriu uma loja e fundou, em 1861, a firma Morris, Marshall e Faulkner, Fine Art Workmen in Painting, Carving, Furniture and the Metals, que foi o ponto de partida de toda a arte industrial e design moderno. A firma reunia alguns dos maiores artistas do país, como Gabriel Dante Rosseti, Burne-Jones e Ford Madox Brown. Não admitia nenhuma diferença primordial entre pintura e escultura da tecelagem ou desenhos de papéis de parede. Em 1880 surge o Arts and Crafts Movement como consequência das doutrinas de Morris, influenciando a criação de novas escolas e remodelando outras já existentes.

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Mobiliário inglês, 1862. Nogueira, gesso, pintura, douramento, vidro e latão. Fonte: Wikimedia Commons.

Na arquitetura, a exemplo da Red House de Philip Webb, destaca-se Richard Normam Shaw, que privilegia o uso de materiais locais em uma etapa conhecida como English Domestic Revival, que representa uma guinada dos arquitetos em direção a Morris. Esse movimento vislumbra as casas de campo revivendo materiais vernaculares como a madeira, azulejos, frontões acentuados e altas chaminés, se afastando dos estilos neogóticos e neoclássicos. Essas casas ficaram conhecidas pela simplicidade caseira e pela sofisticação. De acordo com Pevsner, a Old Swan House, em Chelsea, Londres, possui elementos na fachada que podem ser localizados historicamente, mas sua combinação demonstra a sofisticação e elegância de Shaw[2]. Segundo o autor, Webb e Shaw estabeleceram a casa de classe média como o principal reduto do arquiteto progressista.

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Richard Norman Shaw: Norman Shaw Buildings (New Scotland Yard) é um par de edifícios em Westminster, Londres. Construído entre 1887-1906. Fonte: Wikimedia Commons.

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Richard Norman Shaw: Old Swan House, Londres. Construído em 1876. Fonte: Wikimedia Commons.

O estilo Tudor Revival manifestou-se a partir da arquitetura Tudor do século XVI e da arquitetura vernacular inglesa, encontrada também em outros países que foram colônias britânicas como a Austrália e Nova Zelândia. Richard Norman Shaw e George Devey se destacam como precursores do estilo, ampliando posteriormente para as demais designações conhecidas como neorrenascentistas da Era Vitoriana, chamadas de “Free English Renaissance”, como o também conhecido estilo Jacobetano. Dentro do espírito medievalista e renascentista, a arquitetura focava nos aspectos rústicos e simples, assemelhadas com as casas de campo medievais ou dos estilos normandos com enxaimel. Nota-se a alvenaria de tijolos em espinha de peixe, longas janelas, altas chaminés, pórticos e frontões salientes com pilares e mansardas (janelas de sótão) apoiadas por mísulas. Entretanto, as construções eram caras e não populares, o que as afastava de uma socialização mais abrangente tão desejada pelos medievalistas ligados ou não ao Arts and Crafts. O estilo Jacobetano se insere dentro dos estilos Revivals baseado no renascimento inglês, popular na Inglaterra desde a primeira metade do século XIX. Nele ocorre uma predominância neogótica que pode ser chamado de isabelino, enquanto que a predominância neoclássica sobre o gótico pode ser chamada de jacobino. Sendo assim, é possível generaliza-los como Jacobetanos. Esses estilos, nos séculos XVI e XVII, antecedem a introdução do Barroco, que de certa forma não foi abrangente na Inglaterra por causa da cisão anglicana com a Igreja de Roma.

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Lybert & Co., Great Marlborough Street, Londres. Fonte: Google Maps.

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Highclere House, Hampshire. Início em 1679. Fonte: Wikimedia Commons.

Arthur Heygate Mackmurdo (1851-1942) foi arquiteto, designer e pioneiro do movimento Arts and Crafts. Estudou na Escola de Belas Artes e Desenho de John Ruskin, em Oxford, e com ele viajou para a Itália, momento em que Ruskin fazia profundas pesquisas que levariam à sua célebre obra As Pedras de Veneza, marco na história das teorias de conservação e restauração de arte e arquitetura. Ficou conhecido por seus projetos para o Hotel Savoy, casas particulares e os hotéis Cadogan Gardens. Como um homem de sua época, é influenciado pelo ecletismo clássico, porém Mackmurdo torna-se um precursor do movimento moderno Art Nouveau. Em 1882, funda, baseado nos ensinamentos de William Morris, mentor e fundador do Arts and Crafts, o Century Guild of Artists, com a intenção de produzir móveis e objetos decorativos de qualidade, dentro do princípio do industrial design, em oposição aos de baixa qualidade oferecidos pela indústria massificada. Nesse ambiente, Mackmurdo desenhou e projetou tecidos, tapeçarias, papel de parede e objetos em metal com estilos florais, anunciando propriamente o que viria a ser o Art Nouveau.

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Cadeira projetada por Mackmurdo. Fonte: Wikimedia Commons.

Esses conceitos foram a base do estilo Art Nouveau, baseado na organicidade dos reinos animal e vegetal. Os melhores arquitetos, como Peter Behrens, Bruno Paul, Hanz Poelzig, Pankok, Eckmann e o belga Van de Velde, iniciaram suas carreiras como pintores e desenhistas nesse momento. Em 1902, Van de Velde foi convidado a dirigir a escola de arte de Weimar e abriu ateliês de cerâmica e tecelagem. Em 1907, Bruno Paul instalou-se em Berlim para dirigir a Kunstgewerbeschule, no mesmo ano de fundação da Deutscher Werkbund (presidida por Walter Gropius, dez anos antes da fundação da Bauhaus). Os membros do Werkbund, sob a ótica da Sachlichkeit (objetividade), iniciaram uma reação contra o esteticismo da arte mecanizada do Art Nouveau, sem excluir em absoluto a produção artesanal. Dessa forma, o terreno estava preparado para o moderno ensino de arte protagonizado pelas experiências revolucionárias russas e da Bauhaus e, consequentemente, para a autonomia da cor dentro do ensino acadêmico.

[1] PEVSNER, 2001, p. 18.

[2] PEVSNER, 2001, p. 31.

Cor, arte e arquitetura: Rainha da Sucata

Por Marcelo Albuquerque

 

A arquitetura e o uso da cor manifestam as reverberações pop, como ocorre na cidade de Belo Horizonte, no edifício conhecido por “Rainha da Sucata”, na Praça da Liberdade. Embora o termo pós-modernismo seja um termo que desperte controvérsias, é usado para definir boa parte dos aspectos artísticos do último quarto do século XX. De certo modo, o pós-modernismo é uma rejeição ao modernismo ao mesmo tempo em que é uma prolongação dele. Enquanto o modernismo, de forma geral, desejava criar uma utopia moral e uma estética universal, o pós-modernismo celebra o pluralismo do final do século XX. Esse pluralismo é percebido pelos veículos de comunicação em massa e a proliferação das imagens. Boa parte do enfoque pós-moderno está na questão de representação, citações e apropriações em novos contextos ou despojados de seus significados tradicionais (desconstruídos). Foi aplicado originalmente à arquitetura, nos anos 1970, para definir as construções que se afastavam do ideal racionalista e funcionalista que marcaram o modernismo, culminando no Estilo Internacional, em troca de estruturas ambíguas e contraditórias, permitindo a inserção de elementos historicistas, ecléticos, de outras culturas e cores ousadas[1]. Polêmico desde o nascimento, o edifício ainda causa repulsa e admiração, para leigos e entendidos: para muitos, representa o próprio mau-gosto edificado, kitsch, desproporcional e agressor de seu entorno. Para outros, uma jóia da arquitetura contemporânea pós-moderna brasileira. Dialogando de forma irônica e irreverente com o entorno, o edifício é composto por colagens e citações que compõem um projeto de grande expressão imagética. A arquitetura pós-moderna revalida a ambiguidade e a ironia, a pluralidade dos estilos, o duplo código que lhe permite voltar-se tanto ao gosto popular (citações históricas e vernaculares) quanto aos métodos compositivos arquitetônicos mais eruditos. Éolo Maia e Sylvio de Podestá privilegiaram a utilização de formas e cores derivadas das artes plásticas, adaptando-as ao contexto tecnológico, construtivo e funcional, de maneira análoga a proposta do arquiteto Robert Venturi do “elemento de duplo funcionamento”, referindo-se ao abandono da ideia da “forma seguir a função”, de Louis Sullivan, para uma agregação da função a um elemento estético. É o que acontece com o elemento de ventilação dos sanitários públicos masculinos, em forma de laranja partida, que ao mesmo tempo em que camufla a estrutura (duto de ventilação) faz referência ao contexto pop de apropriações, colagens e montagens, a maneira do pintor pop Roy Lichtenstein. Internamente, o tratamento plástico e volumétrico representa elementos do barroco mineiro através de formas e materiais. Paolo Portoghesi também aponta a associação da Pop Art em relação aos objetos banais e a possibilidade de reintroduzi-los numa operação conscientemente artística[2].

 

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Charles Moore. Piazza d´Italia, Nova Orleans, 1975-80. Fonte: Wikimedia Commons. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Piazza_d%27Italia,_New_Orleans. Acesso em: 15 set. 2017.

 

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Éolo Maia e Sylvio de Podestá: Centro de Informação ao Visitante (Rainha da Sucata). Praça da Liberdade, Belo Horizonte. Foto: Marcelo Albuquerque, 2017.

 

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Éolo Maia e Sylvio de Podestá: Centro de Informação ao Visitante (Rainha da Sucata). Praça da Liberdade, Belo Horizonte. Foto: Marcelo Albuquerque, 2017.

 

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Éolo Maia e Sylvio de Podestá: Centro de Informação ao Visitante (Rainha da Sucata). Praça da Liberdade, Belo Horizonte. Foto: Marcelo Albuquerque, 2017.

 

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Roy Lichtenstein e Diego Delgado: A Cara de Barcelona, 1991-92. Fonte: Wikimedia Commons. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:La_Cara_de_Barcelona. Acesso em: 15 set. 2017.

 

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Charles Moore com Saputo e Rowe, projeto da sede daItalian-American Federation em Nova Orleans, 1979. Fonte: PORTOGHESI, Paolo. Depois da arquitetura moderna. p.146-147.

 

[1] DEMPSEY, 2003, p. 271-272.

[2] PORTOGHESI, 2002, p.116.

 

Veja também:

Cor industrial

Cor integral

Livros e E-books de Marcelo Albuquerque

Roma: para artistas, arquitetos e viajantes

ROMA ANTIGA – Versão Kindle: https://www.amazon.com.br/dp/B08G8XNNDF

ROMA ANTIGA – Versão Impressa: https://www.amazon.com/dp/B08GBB17Q6

Cor: fundamentos artísticos e estéticos nas artes plásticas

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